Monday, January 22, 2007

TeRoRiZeR!!!

Mais resenha! e agora esperando mais CDs, muitos CDs pra resenhar mais! Se bem que ainda tem um, mas é repetido... enfim...

hehehe

TERRORIZER - Darker Days Ahead (2006)

NOTA: 10

O Terrorizer pode ser considerado uma verdadeira seleção do Metal. Criado em 1986, em Los Angeles (EUA), teve em sua formação original Oscar Garcia nos vocais, David Vincent no baixo e vocal, Jesse Pintado na guitarra e Pete Sandoval na bateria. Estes últimos, mais tarde, estariam no Napalm Deeth e no Morbid Angel, respectivamente, ganhando ainda mais reconhecimento.


O quarteto lançou em 1989 "World Downfall", um verdadeiro clássico do grindcore, que lançou estilo tanto na vertente quanto no death metal. Quase 20 anos depois que o quarteto encerrou suas atividades de forma bastante breve, Pintado resolveu reativar o Terrorizer ao lado de Sandoval e, em 2006, eles lançaram "Darker Days Ahead" – no Brasil pela Hellion Records.


O título não poderia ser mais premonitório. Outra vez mal deu tempo de esquentar os motores e, em 21 de agosto de 2006, aos 37 anos, devido a problemas no fígado, Jesse Pintado faleceu em um hospital na Holanda, onde vivia.


Como o que fica é o legado, Jesse deixou seus fãs com um presente de despedida e tanto após a sua saída do Napalm Death. "Darker Days Ahead" nem parece ter sido feito após tanto tempo. A diferença, como o próprio Jesse disse uma vez em entrevista, são um pouco mais de peso e velocidade (se é que isso é possível no Terrorizer!) e as afinações de guitarras mais baixas.


Com a formação reformulada composta pelo guitarrista Tony Norman, desta vez tocando baixo (Morbid Angel), e Anthony Rezhawk, também conhecido por Tony Milita, nos "urros" (Resistant Culture), Jesse e Sandoval conseguiram mais uma série de petardos que não devem nada ao primeiro álbum da banda. E "petardos" não é modo de dizer. São 12 faixas, incluindo uma introdução e um "outro", mostrando o que uma banda de grindcore deve ter: (muita) agressividade, (muito) peso e (muita!) velocidade.


O trabalho, sem nenhum solo, é uma combinação de riffs muito fortes e criativos de Jesse, com um vocal bem encaixado de Tony, a seu modo, mas tão bom quanto o de Oscar Garcia (que preferiu permanecer no Nausea a voltar ao grupo) e as batidas extremas de Sandoval, que não perdeu a mão.


Nos 40 minutos do CD, em que só uma música tem pouco mais de 4 minutos (petardos!), o Terrorizer não tem a intenção de inovar ou revolucionar a cena grind/death. Eles seguem com a mesma qualidade de 1989 quando começaram com "World Downfall".


A produção, feita por Juan "Punchy" Gonzalez, é um ponto alto, dando conta de balancear todas as partes e deixar o som bem cheio, por meio da "multiplicação" de guitarra e vozes. Engraçado é o que se pode perceber, principalmente na 2ª metade do álbum, que tem uma distorção, quase um chiado ao fundo, parecendo querer transportar os ouvintes para a época em que começaram, sem todas as modernidades tecnológicas de hoje.


Falando do CD em si, ele começa com uma intro bem obscura e uma faixa de abertura, que dá nome ao álbum, matadora, cheia das palhetadas de Jess. A próxima é "Crematorium", outro destaque, cujo riff é levado pela bateria, sempre na velocidade máxima. Suas linhas vocais lembram um pouco o Sepultura em seus primeiros álbuns, bem cru. O estilo de Tony Milita é bem próprio, mais grave do que agressivo, mas que combinou com as novas composições e com os backing vocals acrescentados nos refrões.


Já "Fallout" mistura a rapidez a partes mais cadenciadas. Uma das melhores, "Doomed Forever" mostra que o que vale não é só a técnica, mas a criatividade que aparece no riff simples, que se repete durante a música, e no refrão marcante. Além disso, tem um clima bem pesado, desacelerando o ritmo no fim, ao som de sinos.


Outras como "Mayhem" e "Blind Army" (esta com destaque para o baixista Tony Norman) tem a "sujeira no som" mais em destaque, lembrando os primórdios do death metal e do próprio grind. Perto do fim, outro ponto alto é a regravação: "Dead Shall Rise v. 06", originalmente do debut. Sem muita diferença de 1989, o que melhora é a gravação, principalmente da bateria. O fato é que a música é boa mesmo.


E, para acabar, nada melhor que surpreender os fãs. "Ghost Train" é um instrumental de dois minutos e meio com uma levada no... PIANO!!! Mas não pense numa balada. A faixa é na linha catastrófica, com acordes dissonantes e guitarras distorcidas ao fundo.


Mais ainda por ser o legado final de Jesse Pintado, "Darker Days Ahead" é imperdível, merece nota 10 e já deixa os fãs com saudades do mexicano. Ao invés de se modernizar o Terrorizer faz em seu novo álbum justamente o que influenciou toda uma leva do grindcore e mostra que, mesmo com apenas dois álbuns, entrou para a História.


Ainda para quem gosta, em 2003 foi lançado "From The Tomb", material retirado de sessões de ensaio de 1987. Nos planos de futuros de Jesse ainda estava lançar um DVD com um documentário contando a história do grind. Resta torcer para alguém acabar o trabalho por ele... e Hail Terrorizer!


Track list:
1. Inevitable [intro] (1:03)
2. Darker Days Ahead (3:46)
3. Crematorium (3:54)
4. Fallout (3:48)
5. Doomed Forever (3:23)
6. Mayhem (3:57)
7. Blind Army (3:06)
8. Nightmare (3:42)
9. Legacy Of Brutality (2:25)
10. Dead Shall Rise V.06 (3:32)
11. Victim Of Greed (4:11)
12. Ghost Train [outro] (2:35)


Formação no álbum:
Jesse Pintado - guitarra
Pete Sandoval - bateria
Tony Norman - baixo
Anthony Rezhawk, o Tony Militia - vocal


Lançamento brasileiro programado pela Hellion Records.

PS: K!!! Te quero, amor!

Sunday, January 21, 2007

Demorô!

Depois de 300 tentativas, finalmente consegui colocar essa foto aqui!!!
Nem precisa falar nada né?! Kzinha tá lindona!!! E esse céuzão atrás? Lindão!!! Pena que ficou meio desfocada, mas blz!

Te amo, k! Acho q a gte devia ter ficado lá no Guarujá mesmo né?! hehehe minha companheira de viagem favorita =P


Jan/2007

E O ARCH ENEMY TÁ CHEGANDO!!!
ENTREVISTA + SHOW!!! É muito pra mim... hahahah!!!

Saturday, January 20, 2007

Cuidado: PESOS PESADOS!

AE, mais uma capita legal! E de boxe! Esse Nikolay Valuev, da Rússia, sempre rende alguma coisa! Também, com 2,13 e quase 150kg (de músculo!)... Ah, e o cara ganhou! no terceiro round, quando o americano sentiu lesão no joelho.. hehehe

Enfim, mais uma parceria aí com o Caue Veroneze (se não vai crédito na página, tem, que vir aqui)

E como o que é bom (bom?) dura pouco, Popó já voltou atrás e vai pegar o Casamyor mesmo... Ai ai...

Russo defende cinturão no combate mais pesado da história. E quer o recorde de Rocky Marciano

Sempre que o russo Nikolay Valuev entra no ringue, já se pode esperar um duelo de gigantes, por causa dos seus 2,13m e dos seus mais de 146kg. Mas desta vez ele arranjou um rival (quase) à sua altura e ao seu peso. Com 1,98m e 121kg, o americano Jameel McCline é o seu novo desafiante pelo título mundial dos pesos pesados da Associação Mundial de Boxe.

A luta de hoje, em Basel, Suíça, entrou para a história antes mesmo de começar. Juntos os dois pugilistas fazem o combate mais pesado numa luta válida pelo cinturão da categoria: serão, no total, pouco mais de 267kg em cima do ringue. Para Valuev, vencer sua quarta defesa do título – conquistado em 2005, ao bater o John Ruiz (EUA) – terá uma motivação especial, já que ele busca o recorde de vitórias seguidas entre pesos pesados. A marca atual é do lendário Rocky Marciano, americano que nas décadas de 40 e 50 venceu todas as suas 49 lutas.

– Se posso colocar meu nome na história com tamanho recorde, claro que será minha principal meta – disse ele, que não descarta arriscar a marca contra Wladimir Klitschko (UCR), pela unificação com o cinturão da Federação Internacional de Boxe.

– Eu estarei pronto quando ele quiser.

Já McCline, de 36 anos, deve ter sua última chance de se tornar campeão. Nas duas outras oportunidades que teve (2002 e 2004), foi derrotado.

Ps: te amo k!

Wednesday, January 17, 2007

Ah Popó...

Se a assessoria quer me furar, às 8 da noite, é porque já pode ir pro blog! hehehehe!! Então tá aí, típico dia de Popó, às 8,9 horas, no fechamento, surge a notícia!!! Ai ai... mas blz...

E caraca! quero ficar no Guarujá pra sempre, né K??? Foi ótimo, as always! Bju amore!

Popó muda rival
Baiano não aceitou bolsa alta proposta pelo cubano Joel Casamayor
Acelino Freitas, o Popó, não aceitou as exigências do cubano Joel Casamayor e mudou de adversário para o seu retorno aos ringues, após anunciar a sua aposentadoria no dia 2 de outubro.
– O Casamayor estava pedindo uma bolsa muito alta e nós achamos que ele não merece. O Oscar Suárez, que faz a função de empresário para mim que me avisou nesta quarta – disse Popó ao L!.
O novo rival é o americano David Diaz (34 lutas, 32 vitórias), de 1,68m e 30 anos, campeão interino dos leves pelo Conselho Mundial de Boxe (CMB). O combate será em 28 de abril, um ano e um dia após sua última luta, quando conquistou o título da Associação Mundial. O local será Las Vegas ou Connecticut (ambos nos EUA), onde Popó fez seu último combate.
A tática do baiano é encurralar o cubano para conquistar o cinturão do CMB. Com o título interino, Casamayor obrigatoriamente terá de lutar sem exigir valores de bolsa.
Popó já está em fase de treinos.
– Semana passada, corri todos os dias e o Ulisses (Pereira, seu técnico) já chega na segunda – disse o tetracampeão.

Sunday, January 14, 2007

Primeira demo!

Agora sim vai a resenha da demo do Guardians of Hell, chamada "Bells of Malediction". Sucesso ae pros caras! Tomara que vinguem.

Melhor que isso é ir pra praia, não!?! hehehehe saindo em no máximo uma hora pra três dias de sossego!!!! MARAVILHA!! E com meu amor, pra ajudar!!! (te amo, lindona!)

O que esperar de uma demo cuja capa tem aquele logotipo quase ilegível? Black metal! E dos bons? Aí está a dúvida. Esta primeira gravação do Guardians of Hell, intitulada "Bells of Malediction" chega até a surpreender. O trio paulistano formado há sete anos e que, após mudanças de formação, se estabilizou com Marcus Vinicius Tremonti (vocal, baixo e o idealizador do grupo), seu irmão, Fernando Tremonti (bateria) e Rafael "Podrinho" Rúbio (Guitarra), toca um death/black metal de qualidade e com futuro.

Para começar, a produção não chega à tosquera esperada e consegue um bom balanço dos instrumentos durante os 20 minutos do play. As composições são bem legais, criativas principalmente no que diz respeito aos riffs, bem técnicos e rápidos – as músicas são bem velozes -, e às linhas vocais, como a faixa que dá nome à banda, que fica bem na cabeça. O problema em alguns momentos é a execução, que parece precisar de um pouco de aperfeiçoamento. A bateria também tem problemas, se perdendo um pouco nas mudanças de andamento.

Um destaque fica para o vocal de Marcus Vinicius, que é aquele gutural bem parecido com o de Chuck Schuldiner (DEATH), recheado de agudos. Ponto positivo.

Quanto às faixas, em si, o destaque na qualidade vai para a primeira, “Bells of Malediction” e a terceira, a já citada “Guardians of Hell”. A que fecha a demo, “Apocalypse’s Night” tem momentos bons, com duetos de guitarra e trechos bem originais. O porém vai para um solo no fim da música em que duas guitarras trabalham em sons completamente diferentes.

Como qualquer banda iniciante que se preze, é hora de trabalhar: procurar gravadora, tocar muito ao vivo e compor (muito também!). O mais importante é procurar um diferencial, algo que dê cara à banda e que a faça ser reconhecida, assim como se reconhece uma voz parecida ao do Chuck Schuldiner. Com esforço e aquela pitada de sorte, Guardians of Hell pode ser um nome bom para o futuro.

Formação:
Marcus Vinicius Tremonti (vocal, baixo)
Fernando Tremonti (bateria)
Rafael "Podrinho" Rúbio (Guitarra)

Track list* (20:58):
1. Bells of Malediction
2. Crucify All Divinities
3. Guardians of Hell
4. Apocalypse’s Night
* As quatro faixas da demo estão disponíveis no site oficial da banda: http://www.guardiansofhell.cjb.net/

Wednesday, January 10, 2007

Lembrando...

Tava dando um google pra lembrar onde tinha sido um show do Brasil Rock Stars, do Andreas Kisser, e achei... UMA RESENHA MINHA!

Resolvi postar aqui até para não perdê-la... é do tempo das minhas boas resenhas-reportagens... A diferença é que quanto maior o show, pior será pra falar com a banda, que mesmo que fale, terá menos tempo e, conseqüentemente, o material não será tão bom. Enfim, sempre achei mais legal colocar um algo a mais, um pouquinho de informação e não só a minha opinião... pena que não tem dado pra fazer desse jeito... enfim...

Aí vai, com fotinho meramente ilustrativa, mas, voi lá, achei uma com o Latorre, o tecladista dele com o B.R.S.:

Andreas Kisser não pára! Desta vez o guitarrista do Sepultura se apresentou com os seus amigos do Brasil Rock Star para gravar um CD ao vivo. A iniciativa veio de uma parceria entre Andreas e uma empresa apoiando-se em leis de incetivo fiscal do Ministério da Cultura. Para contar com esse apoio, Andreas resolveu gravar apenas músicas instrumentais para o CD, como manda a lei. A idéia surgiu pois "havia um amigo comum entre eu e a empresa", disse o guitarrista. Acertando todos esses aspectos legais, foi só ensaiar para o show (e olhe que foram apenas dois ensaios!).
O Brasil Rock Stars começou em 2000 e a sua formação permaneceu praticamente constante: Daniel Latorre (teclado), Paulo Zinner (bateria), Vasco Faé (vocal e gaita) e Sílvio Alemão (baixo). Para completar, esta noite trazia um convidado especial , o baixinho Theo Werneck tocando guitarra, guitarra havaiana e cantando, sempre com o seu jeito bastante animado e até meio excêntrico. O lugar escolhido foi o Blen Blen, em São Paulo, no dia 14/02, uma terça-feira à noite. A escolha se deu pela tradição do local e pelo fato de ter sido um primeiros locais onde o Brasil Rock Star se apresentou.

Como é comum na carreira de Andreas fora do Sepultura, o público, que compareceu em grande número, não é feito pelos tradicionais metaleiros. Nesta noite o que se via era um público heterogêneo, mistura de homens mulheres, jovens e mais velhos, porém, unido em torno de um interesse, ouvir um bom rock. Para Andreas não importa a diferença com o Sepultura, "aqui eu não estou fazendo Sepultura".

Para começar, "Sunshine of Your Love", do Cream e "The Wizard", do Black Sabbath. Nesta última Vasco arrasou na gaita, o que foi uma constante no show. "Purple Haze", do Jimi Hendrix foi a próxima.

Foi então que o guitarrista anunciou que as músicas instrumentais do show seriam gravadas para um CD ao vivo. Foi "Wring That Neck" que teve o papel de abrir as gravações. A música do Deep Purple é muito boa e foi recheada de duetos de Latorre e Kisser. Foi uma ótima maneira de mostrar ao público que a idéia de um CD de covers, mas com músicas instrumentais, tinha sido muito boa.

Mas não foi apenas com músicas que originalmente não possuem vocais que o show continuou. Na verdade, a banda fez versões instrumentais mesmo de músicas que possuem letras. O responsável pelas harmonias vocais foi ora Andreas, com a guitarra, ora Vasco, com a gaita.
Seguiram, então, com "Get Back", dos Beatles, "Jailhouse Rock", do Elvis Presley, e "Moby Dick", do Led Zeppelin. Foi aí que se pode ver um dos principais talentos da música brasileira.
Paulo Zinner fez um solo de arrasar! O baterista mostrou que não é preciso apenas de agilidade, mas de muita criatividade para fazer um solo de bateria. "Essa é a parte mais fácil do show", disse o simpático Zinner, "só fica difícil quando a galera bate palmas fora do ritmo, não sei se entro no ritmo deles ou tento fazê-los entrar no meu ritmo". O solo de Zinner é registrado como uma música, "Zinner’s Ritual". "Eu mudo algumas partes no meio, hoje fiz ritmos que nem sei o nome". Paulo, tanto quanto Andreas, é um tremendo workaholic, para se ter uma idéia, ele tem a Paulo Zinner Rockestra, participa do Golpe de Estado, de um trio de Jazz e do Devotos de Nossa Senhora Aparecida.

Saindo do palco sob aplausos, Zinner deu lugar a Daniel Latorre e o seu solo no Hammond. Latorre é tão famoso pelo instrumento que ajudou a Meteoro na produção de uma série de produtos que são réplicas dos antigos Hammond e a linha ainda saiu com o seu nome. O solo também foi aprovado pelo público. O tecladista é um grande fã de Zinner, com quem toca em mais dois projetos (Paulo Zinner Rockestra e um trio de Jazz), "Ele é o maior batera desse país, com certeza". Juntos, em 2003, eles tocaram com o grande ídolo Ian Paice, também no palco do Blen Blen.

Emendando com o solo de Latorre, a banda voltou ao palco para executar uma versão de "Lazy", mais uma do Deep Purple, também sem os vocais. Como o solo de Latorre teve problemas na gravação, tanto o solo quanto "Lazy" foram executadas novamente no final do show.

O que parecia, por si só, uma idéia original, foi reforçado nas próximas três músicas. A primeira foi "Balada do Louco", de Arnaldo Batista. E se você acha que houve algum preconceito contra a música, ledo engano. Enquanto Andreas fazia a melodia na guitarra, o público cantava, num dos momentos mais emocionantes do show. Essa música também teve problemas e foi repetida duas vezes.A segunda foi Kaiowas. É claro que o público sempre pede para que Andreas toque algumas música do Sepultura, mas é difícil que sejam atendidos. Por se encaixar perfeitamente ao tema, a música foi uma boa escolha e ainda fez os fãs da banda irem à loucura.

A terceira e mais surpreendente foi o mega-clássico do Queem "We Will Rock You", apesar de a música originalmente ter apenas vocal, bateria e solo de guitarra, a banda fez uma bela versão, com Vasco fazendo a melodia na gaita e, no final, solos e a banda toda tocando.

Para fechar o show, outra de Jimi Hendrix, "Crosstown Trafic", desta vez com Theo Werneck cantando, e Black Night, do Deep Purple. Na verdade o show acabou apenas depois que "Balada do Louco" foi repetida duas vezes, para a alegria da galera, que ainda queria mais.

A experiëncia foi mais que aprovada e o CD tem tudo para obter destaque. Afinal, não é apenas mais um álbum de covers, mas um álbum de covers, ao vivo e instrumental, mesmo que a música originalmente não seja. Criatividade pouca!

Sobre o Sepultura, as novidades são o lançamento, em março, do DVD ao vivo da banda e do novo CD, Dante XXI, em maio. E para quem acha que a ausência de Igor Cavalera na próxima turnê européia, Toninho, presidente do fã-clube oficial do Sepultura e que prestigiava a festa, garante "ele pode fazer o que quiser, agora ele preferiu cuidar do filho [que acabou de nascer], mas ele é do Sepultura". É esperar que tudo ocorra bem.

Set List
Sunshine Of Your Love (Cream)
The Wizard (Black Sabbath)
Purple Haze (Jimi Hendrix)
Wring That Neck (Deep Purple)
Get Back (Beatles)
Jailhouse Rock (Elvis Presley)
Moby Dick (Led Zeppelin)
Lazy (Deep Purple)
Balada do Louco (Arnaldo Batista)
Kaiowas (Sepultura)
We Will Rock You (Queen)
Crosstown Traffic (Jimi Hendrix)
Black Night (Deep Purple)
PS: Sim, os textos são grandes e, como disse no primeiro post, aqui é um depósito do meu material então... então nada... hehehe
Te amo muito, minha kzinha linda!!! Bju pra ti! E tá chegando a folga!!!!

Tuesday, January 09, 2007

VOLTA SAVATAGE!!!

E tá chegando a folga!!! Hora de descansar, passar tardes com meu amoreco (bju!! te amo) e... ahhh, sei lá... de fazer nada!!!!

Bom, vai aqui a resenha do Jon Oliva's Pain - "Maniacal Renderings", originalmente feito para o Delfos (http://delfos.jor.br/conteudos/index_interna.php?id=1498&id_secao=2&id_subsecao=12&PHPSESSID=6abc3c0f092174b706a09335fb70c0a3).

Bom, é isso por enquanto

Jon Oliva's Pain - "Maniacal Renderings"

Nota: 9,0

E tem novo CD do Savatage na praça. Vixi... Não é não, mas quase. Na verdade, o que chegou mesmo no mercado é o segundo álbum do Jon Oliva’s Pain. E a conclusão que se chega ao escutar Maniacal Renderings é que não faz diferença nenhuma! Estão lá os bons riffs de guitarra, os teclados, o clima de Rock Ópera e, claro, as composições e a voz de Jon Oliva, líder da lendária banda. Quem esperaria algo diferente desse novo projeto se enganou totalmente.

Jon segue o mesmo estilo que o consagrou e ainda por cima mostra que os anos passaram desde Poets And Madman (fora que o cara está com 46 de idade), de 2001, mas toda a magia da sua música continuou. E magia não é em qualquer sentido. Maniacal Renderings tem uma levada muito especial (exatamente a de uma Rock Ópera), contando com a ajuda de Matt LaPorte e Shane French nas guitarras, Kevin Rothney no baixo, John Zahner nos teclados e Chris Kinder na bateria.

Para começar logo em alta, Hall of the Mountain King. O quê? Ta bom, não é esse clássico do Savatage, mas a paradinha antes do refrão que diz o nome da faixa Through the Eye of the King, entrega a rapadura fácil. Na verdade, segundo o próprio Jon, ela é a sua continuação, dizendo o que o Mountain King viu nos últimos 20 anos. Além desse aspecto, o álbum já começa em alta, com um solo de guitarra no melhor estilo metal, que reina em seus quatro minutos e meio, e a voz característica do vocalista (que também põe o dedo nas guitarras e teclados). Aliás, os seus dois principais instrumentos estão afinadíssimos. Com o primeiro ele encerra a faixa com agudos difíceis de imaginar que ainda poderia atingir, o segundo, em que não é o titular, cria toda a grandiosidade das músicas que é percebida do começo ao fim.

Por falar em grandiosidade, é essa a principal característica da faixa-título, que vem em seguida. Épica em seus oito minutos, Maniacal Renderings é feita de climas de teclado e de numerosos corais nos refrões. Esta música é a prova viva de que Jon ainda tem muita lenha (alguém disse gordura?) para queimar. Parecendo que se está mesmo em um hospício, a música caminha entre riffs, solos e uma diminuída no ritmo com uma levada no piano. Aliás, a parte maníaca do trabalho já começa na bela capa, com o anjo e as caveiras. O CD segue em alta em suas próximas faixas.

The Evil Beside You tem uma intro no violão e depois aquela base de piano típica do Savatage. Outro detalhe é o trabalho de guitarras, misturando sempre duetos aos solos e dando um efeito bem moderno. Outra música meio maluca é Time to Die, principalmente nos refrões, bem divertidos. Enquanto isso, o batera segue firme no tempo, seguro e aparentemente sem querer se render a muitas firulas.

Substituindo um pouco os gritos, a próxima é The Answer, uma das várias baladas deste lançamento. Voltando à velocidade e ao peso, Push it to the Limit vem com três minutos intensos. O diferente é o refrão, que chega a ser estranho, quando a voz de Jon faz uma verdadeira viagem em estéreo pelos fones (ou caixas de som) esquerdo e direito. Independente disso, a faixa dá novo fôlego para a metade final do álbum.

Outro som bem épico é Who’s Playing God, mais uma vez se baseando nos teclados para se encorpar e se destacar antes de a velocidade voltar a cair na bela balada Timeless Flight. O vocalista abusa dos falsetes numa faixa bem mais intimista. Já Hole lembra um filme de terror, e, por falar das crianças que morrem no Afeganistão e no Iraque, realmente fica bem próxima disso. Destaque para a interpretação de Jon Oliva.

Mais meio-tempo em End Times, que vem a seguir, não trazendo novidades antes de mais um grande momento. Mostrando por A+B que a música está no sangue, a emocionante Still I Pray For You Know tem a performance da família Oliva em peso. Claro que todo o clima triste é para lembrar o falecido guitarrista Criss Oliva, irmão de Jon, mais uma daquelas figuras onipresentes (ainda mais) após morrerem. Tocam nela: os filhos de Criss, Christopher John e Anthony Junior, além do irmão mais velho, Anthony.

Até cansando um pouco, Reality’s Fool também é lenta e já deixa o ouvinte meio que esperando o fim do CD. Como bônus, a instrumental Only You finaliza o segundo trabalho do Jon Oliva’s Pain. O curioso é que a música estará num filme com Kevin Costner, em 2007. Ela ganha intensidade em seu meio, com ótimos solos de guitarra e fecha o álbum com chave de ouro. Aliás, como os grandes fazem (vide Ozzy), Jon conseguiu se cercar de bons talentos da música, que só adicionaram em Maniacal Rendering, fazendo um som consistente e com muito feeling.

E se a criatividade é tão visível em quase todo o CD (com a ajuda das descobertas de fitas com gravações do irmão), por que não questionar se ela está sendo bem aproveitada? Sim, Jon Oliva sempre diz nas entrevistas que o Savatage não rendia grana, pelo contrário, só dava prejuízos, ao contrário de outro projeto seu, o Trans-Siberian Orchestra. Mas oras bolas, e o Jon Oliva’s Pain? Tem nome e tradição para fazer o que seu projeto mais famoso não fez? Jon até diz que seria uma bobagem continuar fazendo o mesmo álbum várias vezes, mas é isso o que fez aqui. Então porque não ligar a música à mágica do nome Savatage e, talvez, à ligação que os antigos membros já tinham com o público? É como imaginar Dave Mustaine numa carreira solo fazendo... Thrash Metal! Mesmo que um show comemorativo e até um DVD possam surgir nesse aniversário de 25 anos, não parece o suficiente. Que volte o Savatage!

Sunday, January 07, 2007

Finalmente tem alguma coisa pra postar aqui! Essa é a Kirsten Bolm, vice-campeã européia (2006) e quarta no Mundial (2005). Tive que enrolar um bocado no meu inglês bem poor, mas deu certo!


ALEMÃ DITA O RITMO

Vice-campeã européia, Kirsten Bolm veio ao Brasil mostrar o que aprendeu na Alemanha, desde cedo. Kirsten não poupa esforços para mostrar como funciona o treino que o técnico Rüdiger Harksen lhe passa no dia-a-dia.


Enquanto faz o seu treino habitual, neste começo de ano no Estádio Ícaro de Castro,no Ibirapuera, a vice-campeã européia nos 100m com barreiras, a alemã Kirsten Bolm, tem dado uma bela ajuda aos brasileiros. Desde anteontem, ela participa do camping organizado pela Confederação Brasileira de Atletismo, que trouxe seu técnico, Rüdiger Harksen, para dar um treino especial para os barreiristas do país com chances de ir ao Pan do Rio.

Para ela, a principal característica que os europeus têm a passar, que os diferem dos outros lugares do mundo, é a técnica. E ela é a responsável por colocar na prática os exercícios que Rüdiger trouxe ao Brasil.

– Lugares como Jamaica, Estados Unidos e o Brasil focam na velocidade e na força. Nós damos ênfase aos detalhes – diz a alemã, que já fez amigos entre os colegas brasileiros.

A intimidade com as pistas vem desde cedo. O pai, ex-atleta e técnico, preferiu não contratar uma babá em Hamburgo e sempre a levou consigo para as pistas. Além disso, o fato de morar na zona rural não dava muitas opções do que fazer, além de correr. Competindo como amadora, ela ganhou bolsa de estudos e foi cursar Psicologia em uma universidade americana.

De volta ao país-natal, Kirsten resolveu fazer do atletismo sua profissão e preferiu deixar de ser ensinada pelo pai. Foi então que firmou a parceria com Rüdiger, hoje técnico da seleção do país.

– A relação familiar atrapalhava Tivemos que tomar a decisão.

O resultado foi positivo. Hoje, além da prata européia, coleciona um quarto lugar no Mundial de 2005, na sua melhor temporada.

As brasileiras que se cuidem. Com 31 anos, Kirsten já pensa em melhorar o resultado no Mundial, este ano, e dará trabalho às novas pupilas em Pequim, onde disputará sua última Olimpíada.


Bate-Bola
KIRSTEN BOLM
Vice-campeã européia, a alemã quer mais no Mundial deste ano e, com a infra-estrutura do seu país, diz que estão faltando estrelas.

L!: Você começou a correr profissionalmente só com 25 anos. Foi uma estréia tardia?
Kirsten Bolm: Sempre competi quando estava na faculdade, mas não de forma profissional. Acho que cada pessoa tem a sua época certa. Eu ainda não tinha o corpo preparado para todo o esforço necessário e não pretendia, naquela época, sacrificar toda a minha vida para isso.


L!: Quais são as suas expectativas para a nova temporada, após a prata no Europeu?
K: Este ano quero me dedicar muito para melhorar o meu quarto lugar no Campeonato Mundial, em 2005. Quero repetir a performance que tive naquele ano e chegar próxima da minha melhor marca pessoal nos 100m com barreiras (12s59, atingida no mesmo ano, há 38 centésimos do recorde mundial). Será o meu grande objetivo, assim como a Olimpíada de 2008, em Pequim, que com certeza será a última que disputarei.

L!: Em São Paulo, há só um centro de treinamento profissional. Como é na Alemanha?
K: Lá há muitos centros que são perfeitos. Até por isso, esperava que tivéssemos mais atletas de ponta, competitivos, o que não acontece.
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Kzinha, obrigado pelo apoio de sempre e por ser essa minininha cibfusa, mas que muda de opinião bem na hora certa! para o bem deste nobre casal! hehehehehehe!!! Bjão
Mais capita a caminho!!! Trabalha! Tupishhhh!!!

Friday, January 05, 2007

Kill with Power!!!!! Die, die!!!

Desculpa kzinha (já disse que te amo?!?!! te amo!bju!), mas tenho que postar essa fotinho porque é muito louca!!!
E... SHOW DO ARCH ENEMY!!!!!! espero ir de graça pra postar resenha fresquinha aqui (e no Whiplash!)!

A mina tá, tipo, igual à Uma Thurman no Kill Bill, sacada muito boa da Rock Hard (francesa, pelo título) e tudo a ver com ela tb, né?! Afinal, que mulher não sanguinária cantaria mais grave que o Max Cavalera

Bom, não tem muito o que escrever desde o começo do ano, mas daqui a pouco os motores voltam a esquentar!