Finalmente tem alguma coisa pra postar aqui! Essa é a Kirsten Bolm, vice-campeã européia (2006) e quarta no Mundial (2005). Tive que enrolar um bocado no meu inglês bem poor, mas deu certo!
Enquanto faz o seu treino habitual, neste começo de ano no Estádio Ícaro de Castro,no Ibirapuera, a vice-campeã européia nos 100m com barreiras, a alemã Kirsten Bolm, tem dado uma bela ajuda aos brasileiros. Desde anteontem, ela participa do camping organizado pela Confederação Brasileira de Atletismo, que trouxe seu técnico, Rüdiger Harksen, para dar um treino especial para os barreiristas do país com chances de ir ao Pan do Rio.
Para ela, a principal característica que os europeus têm a passar, que os diferem dos outros lugares do mundo, é a técnica. E ela é a responsável por colocar na prática os exercícios que Rüdiger trouxe ao Brasil.
– Lugares como Jamaica, Estados Unidos e o Brasil focam na velocidade e na força. Nós damos ênfase aos detalhes – diz a alemã, que já fez amigos entre os colegas brasileiros.
A intimidade com as pistas vem desde cedo. O pai, ex-atleta e técnico, preferiu não contratar uma babá em Hamburgo e sempre a levou consigo para as pistas. Além disso, o fato de morar na zona rural não dava muitas opções do que fazer, além de correr. Competindo como amadora, ela ganhou bolsa de estudos e foi cursar Psicologia em uma universidade americana.
De volta ao país-natal, Kirsten resolveu fazer do atletismo sua profissão e preferiu deixar de ser ensinada pelo pai. Foi então que firmou a parceria com Rüdiger, hoje técnico da seleção do país.
– A relação familiar atrapalhava Tivemos que tomar a decisão.
O resultado foi positivo. Hoje, além da prata européia, coleciona um quarto lugar no Mundial de 2005, na sua melhor temporada.
As brasileiras que se cuidem. Com 31 anos, Kirsten já pensa em melhorar o resultado no Mundial, este ano, e dará trabalho às novas pupilas em Pequim, onde disputará sua última Olimpíada.
Bate-Bola
KIRSTEN BOLM
Vice-campeã européia, a alemã quer mais no Mundial deste ano e, com a infra-estrutura do seu país, diz que estão faltando estrelas.
L!: Você começou a correr profissionalmente só com 25 anos. Foi uma estréia tardia?
Kirsten Bolm: Sempre competi quando estava na faculdade, mas não de forma profissional. Acho que cada pessoa tem a sua época certa. Eu ainda não tinha o corpo preparado para todo o esforço necessário e não pretendia, naquela época, sacrificar toda a minha vida para isso.
L!: Quais são as suas expectativas para a nova temporada, após a prata no Europeu?
K: Este ano quero me dedicar muito para melhorar o meu quarto lugar no Campeonato Mundial, em 2005. Quero repetir a performance que tive naquele ano e chegar próxima da minha melhor marca pessoal nos 100m com barreiras (12s59, atingida no mesmo ano, há 38 centésimos do recorde mundial). Será o meu grande objetivo, assim como a Olimpíada de 2008, em Pequim, que com certeza será a última que disputarei.
L!: Em São Paulo, há só um centro de treinamento profissional. Como é na Alemanha?
K: Lá há muitos centros que são perfeitos. Até por isso, esperava que tivéssemos mais atletas de ponta, competitivos, o que não acontece.
Vice-campeã européia, Kirsten Bolm veio ao Brasil mostrar o que aprendeu na Alemanha, desde cedo. Kirsten não poupa esforços para mostrar como funciona o treino que o técnico Rüdiger Harksen lhe passa no dia-a-dia.
Enquanto faz o seu treino habitual, neste começo de ano no Estádio Ícaro de Castro,no Ibirapuera, a vice-campeã européia nos 100m com barreiras, a alemã Kirsten Bolm, tem dado uma bela ajuda aos brasileiros. Desde anteontem, ela participa do camping organizado pela Confederação Brasileira de Atletismo, que trouxe seu técnico, Rüdiger Harksen, para dar um treino especial para os barreiristas do país com chances de ir ao Pan do Rio.
Para ela, a principal característica que os europeus têm a passar, que os diferem dos outros lugares do mundo, é a técnica. E ela é a responsável por colocar na prática os exercícios que Rüdiger trouxe ao Brasil.
– Lugares como Jamaica, Estados Unidos e o Brasil focam na velocidade e na força. Nós damos ênfase aos detalhes – diz a alemã, que já fez amigos entre os colegas brasileiros.
A intimidade com as pistas vem desde cedo. O pai, ex-atleta e técnico, preferiu não contratar uma babá em Hamburgo e sempre a levou consigo para as pistas. Além disso, o fato de morar na zona rural não dava muitas opções do que fazer, além de correr. Competindo como amadora, ela ganhou bolsa de estudos e foi cursar Psicologia em uma universidade americana.
De volta ao país-natal, Kirsten resolveu fazer do atletismo sua profissão e preferiu deixar de ser ensinada pelo pai. Foi então que firmou a parceria com Rüdiger, hoje técnico da seleção do país.
– A relação familiar atrapalhava Tivemos que tomar a decisão.
O resultado foi positivo. Hoje, além da prata européia, coleciona um quarto lugar no Mundial de 2005, na sua melhor temporada.
As brasileiras que se cuidem. Com 31 anos, Kirsten já pensa em melhorar o resultado no Mundial, este ano, e dará trabalho às novas pupilas em Pequim, onde disputará sua última Olimpíada.
Bate-Bola
KIRSTEN BOLM
Vice-campeã européia, a alemã quer mais no Mundial deste ano e, com a infra-estrutura do seu país, diz que estão faltando estrelas.
L!: Você começou a correr profissionalmente só com 25 anos. Foi uma estréia tardia?
Kirsten Bolm: Sempre competi quando estava na faculdade, mas não de forma profissional. Acho que cada pessoa tem a sua época certa. Eu ainda não tinha o corpo preparado para todo o esforço necessário e não pretendia, naquela época, sacrificar toda a minha vida para isso.
L!: Quais são as suas expectativas para a nova temporada, após a prata no Europeu?
K: Este ano quero me dedicar muito para melhorar o meu quarto lugar no Campeonato Mundial, em 2005. Quero repetir a performance que tive naquele ano e chegar próxima da minha melhor marca pessoal nos 100m com barreiras (12s59, atingida no mesmo ano, há 38 centésimos do recorde mundial). Será o meu grande objetivo, assim como a Olimpíada de 2008, em Pequim, que com certeza será a última que disputarei.
L!: Em São Paulo, há só um centro de treinamento profissional. Como é na Alemanha?
K: Lá há muitos centros que são perfeitos. Até por isso, esperava que tivéssemos mais atletas de ponta, competitivos, o que não acontece.
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Kzinha, obrigado pelo apoio de sempre e por ser essa minininha cibfusa, mas que muda de opinião bem na hora certa! para o bem deste nobre casal! hehehehehehe!!! Bjão


1 Comments:
Boboca!! Num ´^o confusa, só querofazer o que eh certo pra nós dois!
Te amo viu!?
E gostei da entrevista, num gostei de vc ter feito hauahuah!! brincadeirinha!! ;)
bjoks gatuuu
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